Domingo, 26 de Julho, 2009

 

Chegou ao fim a minha estadia na Argélia, após um ano e meio, o trabalho que me trouxe até estas terras de Alá chegou ao fim. Foram uns meses muito bons onde aprendi a respeitar uma cultura e uma religião diferente da nossa.

Mas nem tudo foi bom, também houve momentos maus, momentos terríveis, nunca esquecerei que foi aqui que tive a pior batalha da minha vida, foi aqui que lutei por aquilo que mais amava, uma batalha que ainda não está ganha mas que está a seguir um bom caminho.

Não posso esquecer as amizades que por aqui fiz, este povo simples que me recebeu bem e sempre me tratou bem, a todos eles o meu obrigado.
Brevemente, irei voltar a casa… infelizmente por pouco tempo, pois outra aventura me espera. O destino desta vez será Angola.

Termino este ultimo post escrito na Argélia com mais uma musica .... uma musica dedicada ao meu amor, pois apesar do maus momentos que passamos, foi este amor  que me deu forças para aguentar este tempo todo aqui na Argélia.

 

 

 

 

sinto-me: feliz... vou para casa
música: Doce desejo
publicado por Passinhas às 12:31

Segunda-feira, 20 de Julho, 2009

Vamos rir um pouco...

 

 

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publicado por Passinhas às 13:57

Domingo, 19 de Julho, 2009

As férias terminaram..... de volta ao trabalho

sinto-me: com muitas saudades de casa
publicado por Passinhas às 16:47

Segunda-feira, 15 de Junho, 2009

Texto retirado do DN online do dia 14-06-2009

 

 

O mais radical e revolucionário dos programas mobiliza as iranianas: soltar os cabelos

Nos anos 90, a Argélia agonizava de medo dos fanáticos. Em Blida, vi pais a reconhecer os corpos das filhas que haviam sido raptadas e decapitadas por jovens barbudos piedosos. Estes, antes de as violarem, casavam-se com elas para, eles, não cometerem pecado. Dessa década e desse país - estive lá por três vezes - assisti também a gestos de coragem. Falo da mais difícil, da quotidiana. Daquela que, por exemplo, alia o rasar as paredes ao regressar a casa e, todos os dias, assinar uma crónica de liberdade num jornal. Esse "bilhetista" que conheci em Argel, viria a ser morto e dele aprendi que nenhum repórter enviado às guerras longínquas pode pretender ser corajoso comparado com os locais que vivem, cada dia, a opressão.

Mas foi um gesto gracioso o que mais esperança me deu pela Argélia. Num restaurante de Argel que eu frequentava, reparei que a empregada, ao passar pelo grande espelho da sala, olhava os seus cabelos soltos, abanava a crina e gostava decididamente do que via. Desde esse dia, desde essa minha visão, eu soube que a Argélia, mesmo que um dia caísse sob o jugo dos barbudos, haveria de se libertar. Graças à rapariga dos cabelos longos.

Voltei a vê-la, ontem. Por um qualquer milagre - dos únicos em que acredito, porque têm os frágeis homens e mulheres por protagonistas -, a rapariga do restaurante de Argel estava no Irão. Ontem, foi capa do DN e do Público, e também de vários jornais europeus. Os óculos escuros, de marca, cortavam-lhe infelizmente o grande e belo nariz, mas lá estava a cara divina (desse único divino, tenho de o dizer?, de que sou devoto), sobrancelhas graciosas, boca polposa e carmesim, queixo firme. E, sobretudo, madeixas rebeldes de cabelos castanhos aos quais um lenço roxo e floreado não recatava mas expunha todo o esplendor feminino.

A rapariga de Argel agora iraniana mostrava as suas mãos como testemunho. A esquerda abria a cédula de identidade, onde se via a foto de um pequeno corvo submetido - ela própria, com o hidjab escondendo o que não devia. Mas a sua mão direita erguia o indicador, como o gesto de Adão, no fresco da Capela Sistina, à procura do sopro da vida. Ela acabara de votar e o dedo estava marcado do roxo que tão bem ia com a cor do lenço - a graciosidade, como vos tenho dito nesta crónica, é libertadora. Aquela foto - de facto, aquelas fotos, os benditos enviados das agências Reuters e AFP esmeraram-se com a rapariga, ter-lhes-á acontecido a mesma epifania que a mim no restaurante de Argel - aquelas fotos anunciaram os resultados definitivos, irrevogáveis e inevitáveis das eleições do Irão.

O pobre diabo, feio e baço do Mahmoud Ahmadinejad ousou dizer que foi ele que ganhou. Mas pelas últimas notícias oiço que faz sol nas ruas de Teerão, iluminando a verdade. A rapariga ganhou.

 

Texto de Ferreira Fernandes, Diario de Noticias 14-o6-2009

sinto-me: Pensativo
publicado por Passinhas às 10:16

Domingo, 14 de Junho, 2009

Fez ontem 25 anos que faleceu....

Um grande artista

 

 

sinto-me: cansado...
música: Herois do mar - so gosto de ti
publicado por Passinhas às 15:11

Sábado, 13 de Junho, 2009

Um menino regressa da escola cansado e faminto e pergunta à mãe:
- Mamã, que há para comer?
- Nada, meu filho.
 
O menino olha para o papagaio que têm na gaiola e pergunta:
- Mamã, porque não há papagaio com arroz?
- Porque não há arroz.
- E papagaio no forno?
- Não há gás.
- E papagaio no grelhador eléctrico?
- Não há electricidade.
- E papagaio frito?
- Não há azeite.
 
E o papagaio, contentíssimo, gritava:
 
- VIVA O SÓCRATES!!!  VIVA O SÓCRATES!!!

sinto-me: A contar os dias que faltam..
publicado por Passinhas às 18:00

Segunda-feira, 08 de Junho, 2009

Quem não se lembra das aventuras e desventuras de um grupo de jovens que se conhece durante as férias . O grupo é formado pelos irrequietos Tito e Piraña, pelas apaixonadas Beatriz e Desi, e ainda pelos rapazes Pancho, Javi e Quique. Juntos, vão iniciar uma relação de amizade sem igual, partilhando alegrias, frustrações, dúvidas, e todo o género de sentimentos próprios da adolescência, mas sempre com bastante humor à mistura.

Verão Azul,  sem duvida a melhor serie dos anos 80...

 

 

sinto-me:
publicado por Passinhas às 16:19

Domingo, 07 de Junho, 2009

Estreou em mais de 50 paises incluindo Portugal
«Home – O Mundo É a Nossa Casa». Realizado pelo fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand e produzido por Luc Besson, o filme, que mostra a Terra filmada do céu, é um hino ao planeta e à sua “delicada harmonia”.
Pode ser visto aqui  até ao dia 14 de Junho ou então no site do projecto.
Vale a pena ver.

 

 

sinto-me: A pensar em nas ferias
publicado por Passinhas às 12:34

Quarta-feira, 20 de Maio, 2009

Para começar o fim de semana,  bem disposto....

 

 

sinto-me: A pensar nas ferias
publicado por Passinhas às 18:09

Quarta-feira, 13 de Maio, 2009

1 - No Líbano:

Os homens podem legalmente ter relações sexuais com animais, mas têm que ser fêmeas. Relações sexuais com machos são puníveis com a morte

2 - No Bahrain:

O médico pode legalmente examinar a genitália feminina, mas ele é proibido de olhar diretamente para ela durante o exame. Ele pode apenas olhar através de um espelho.

3 - Nos países de religião islâmica muçulmana:

Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários da funerária. Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou por um pedaço de madeira.

4 - Na Indonésia:

A penalidade para a masturbação é a decapitação!

5 - Em Guam:

Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país e deflorar virgens, que os pagam pelo privilégio de ter sexo pela primeira vez. Isso porque pelas leis de Guam, é proibido virgens se casarem.

6 - Em Hong Kong:

Uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero, mas deve fazê-lo apenas com suas mãos. Em contrapartida, a mulher adúltera pode ser morta de qualquer outra maneira pelo marido.

7 - Em Liverpool, na Inglaterra:

A lei autoriza vendedoras a ficarem de topless, mas somente em lojas de peixes tropicais.

8 - Em Cali, na Colômbia:

Uma mulher só pode ter relações sexuais com seu marido, quando na primeira vez que isso ocorrer, sua mãe estiver no quarto para testemunhar o ato.

9 - Em Santa Cruz , na Bolívia:

É ilegal um homem ter relações com uma mulher e a filha dela ao mesmo tempo.

10 - Em Maryland, nos Estados Unidos:

Preservativos podem ser vendidos em máquinas, somente em lugares onde são vendidas bebidas alcoólicas para consumo no local.

sinto-me: Pensativo
publicado por Passinhas às 15:38

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